Finalmente te conheci!
Um borbulhar… inundar… transbordar…
Longo e sublime período!
Afrodite e Eurínome imperaram!
E sempre estarão presentes…
Mas existe o fluxo e o refluxo…
O salto qualitativo de Wesak!
E isto é muito sério.
Um novo momento…
Quais serão os novos Deuses?
Os novos sentimentos? movimentos?
Quanta curiosidade e… medo!
Sinto-me no precioso vazio da espera da surpresa…
Mas já tenho certezas.
Encontrei-me nas estrelas de um céu querendo brilhar… Não consegui.
A cada encontro, é como se a juventude florescesse sob nossas peles, não notaríamos o quanto a distância e os desencontros nos afetam. E, a cada despedida, é como se uma parte de mim fosse deixada para trás; despedaço-me gradativamente ao sentir o “adeus”. E, a cada sorriso, é como se a felicidade invadisse meu corpo por completo.
Eternamente inesquecíveis são aqueles que, a cada grito de esperança, engrandecem minh’alma.
Gosto de observar as pessoas. Gosto de enxergar nos outros o que me é diferente. Gosto de me sentar nos bancos das praças lotadas para tentar conhecer o mundo.
Venho aprendendo muito com as pessoas. Essa é a consequência de se viver em coletivo: aprendo, a cada dia, a descobrir o diferente. Pergunto-me como seria um mundo de iguais, alienados e sem consciência crítica, sem vontade de questionar sobre a realidade. Qual é a graça de ser apenas “mais um”?
Eu quero abraçar o mundo em todas as suas exoticidades! Que eu aprenda e ensine, em uma troca a favor do engrandecimento humano! A ignorância e o desrespeito são desperdícios de humanidade.
Gosto mesmo é do diferente.